domingo, 7 de dezembro de 2008

Noticias de Chile

Estimada Margarida:

Muchas por tus comentarios al libro sobre Formación en Psicología en las Américas.


Estoy copiando al director del proyecto de investigación para este libro el Profesor Julio F. Villegas quien podría dejar algunos comentarios o actualizaciones.

Mil gracias nuevamente por estos intercambios.

Abrazos y que tengan buen viaje!

Marcelo

sábado, 6 de dezembro de 2008

Notícias da Argentina






Recebemos da Argentina um "link" para divulgação da situação das Malvinas-Antártida, nas relações entre a Argentina e o Reino Unido.


Em geral temos pouca informação da visão "deste lado do mundo", pelo que vamos incluir o "link", para nos mantermos informados:



e

De Montevideu a Montevideu VIII










Algumas fotos de Montevideu.

O “ postal” tradicional na parte antiga e uma vista do Rio da Prata, que separa o Uruguai da Argentina.
A parte antiga da cidade é muito bonita em estilos ao longo de todo o século XX. A sua praça central (Praça da Independência) é muito interessante do ponto de vista arquitectónico porque tem uma boa amostra de edifícios de todas as épocas.
Mas para quem adora água, a marginal, que aqui se chama Rambla, é uma avenida longa com edifícios e casas de qualidade, à beira rio.

O Dr. Juan de Mila, Director da Escola de Tecnologias Médicas da Faculdade de Medicina da Universidade da Républica, e Psicomotricista, no meio das actividades pós-Congresso e de uma valente gripe, ainda arranjou tempo para fazer connosco um giro e de nos proporcionar um almoça à beira-rio e uma amena cavaqueira sobre as problemáticas mais relevantes no Uruguai em matéria de saúde dos jovens e dos futuros projectos Ibero-Americanos.

De Montevideo a Montevideo VII




A arte acompanha as problemáticas sociais. Em Montevideu vimos e lemos sobre uma peça de Marinela Morena.

Jaula de Amor
Un proyeto sobre violência doméstica

“ El tema, como todos los temas espesos, cuando uno los abre les ve los infiernos desarmados y la infinidad de puntas”...

“ No sabemos amar. Nadie nos enseña, dependemos de la moda, el género, lo social, cultural, personal, sensibilidad, el trabajo.
Nadie habla cómo se ama, como se da, cómo se comparte, cómo es ser querido y no ser querido, como diferenciar romanticismo del control, celos de amor, sometimento de machismo.”...

“ La prensa habla de insecurudad en las calles. Hay peligro en las relaciones amorosas?

“ Es la historia de Juan y Maria, dos que se amaron sin saber hacerlo”...” uno que somete y el otro que desaparece”...
Marinella Morena

De Montevideu a Montevideu VI

A Paula é outra vez notícia, desta vez porque faz anos.
Parabéns!

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Notícias da Escócia


HBSC / WHO, International Report: Change to Web Link

Dear Network Members
The link to the International Report on the WHO website has changed. If you have the old link on your own website, it will no longer work. Here is the new link:


Best regards
Emily

De Montevideu a Montevideu V


Mudar mentalidades a partir do dia-a-dia!

De Montevideu a Montevideu IV



O Hospital da Clínicas é um Hospital Universitário associado à Universidade da República , à Escola de Medicina, à Escola de Tecnologia Médica (www.fmed.edu.uy/) e ainda à Faculdade de Psicologia.


Orientei aqui um Seminário destinado a Médicos, Psicólogos , Psicomotricistas, Fisioterapeutas, Fonoaudiólogos, Enfermeiros, Trabalhadores Sociais e Professores com o tema " Educação para a saúde nas escolas: que formação para os técnicos de educação e de saúde: perspectiva Portuguesa e Latino Americana"

Do debate que se seguiu aparecereram os temas da violência doméstica, violência sobre mulheres, abuso sexual, gravidez não planeada e violência em geral.
Os participantes falaram de uma "cultura machista" que faz com que a violência doméstica seja tolerada, sendo a vítima por vezes criticada pelo seu próprio comportamento que "terá levado à violência", por vezes pelos seus próprios familiares.
E, claro as questões da confusão " amor-paixão-violência", as questões da dependência económica, afectiva e social ( até aqui igual em todo o lado, pela America Latina quiça mais frequente)
Referiram um programa destinado a alertar as jovens para sinais precoces preditores de violência do homem, ainda durante o namoro, no sentido de ajudar as jovens a proteger-se de futuras relações tóxicas.
Não há intervenções para ajudar as mulheres a afirmar-se na sua individualidade e a encontrar alternativas à esta convivência com cenários de violência, nomeadamente a nível económico, social e de realização pessoal; não se referiu por exemplo trabalho com as famílias e intervenção precoce no sentido de potenciar a comunicação e resolução de problemas inter-géneros e encontrar alternativas futuras (não-violentas) para o convívio no casal, ou alternativas indicuduas ( socio-económicas) para a jovem/mulher.
O problema é por aqui demasiado duro para ser brindado com soluções "simples", mas de momento o que se faz é incentivar a o reporte da violência e providenciar logística a curto prazo.

Outro problema, a violência na escola, esbarra com problemas logísticos indiscritiveis, quando se fala de salas onde os professores podem, em casos especiais ter 60 alunos uma turma e onde 40 alunos por turma, é habitual...
Os Professores do ensino público básico e secundário têm várias lacunas de formação, por vezes não têm formação superior, o seu papel social e poder económico tem sido desvalorizado, e assiste-se a uma grande desvalorização da carreira, grande demissão e abstentismo dos Professores ( onde é que já li e vi isto?)

De Montevideu a Montevideu III

Na chegada a Montevideu um atraso do avião não deixou nem ao menos que saudasse uma colega da Faculdade que aqui tinha estado a participar no Congresso Mundial de Psicomoticidade.

Na chegada ao hotel, o mesmo onde ela tinha estado, e nos dias que se seguiram quando trabalhei com algumas das pessoas que a ouviram no Congresso, ouvi referências muito elogiosas à prestação da Prof Dr Paula Lebre, que aqui veio falar dos seus projectos Europeus de Mentoria.
Fiquei muito feliz, como portuguesa, como colega e como amiga, da excelente representação da FMH na pessoa da Paula Lebre.
Parabéns Paula!



De Montevideu a Montevideu II


A Lúcia faz hoje anos!
A Lúcia Ramiro é a nossa especialista em Educação Sexual, junto com a Marta Reis, ambas doutorandas da nossa equipa.
É professora especializada em Educação para a Saúde, numa escola no Alentejo (está com os seus alunos a estabelecer contacto com os alunos argentinos de El Bolson).
Há professores que têm problemas com os alunos ... bem, a Lúcia, nós bem a conhecemos, é daquelas pessoas que resolve problemas!
Parabéns Lúcia! pelo aniversário e pela sua prática docente!

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

De Montevideu a Montevideu



A Maria Arminda faz hoje anos.

Soubemos que está adoentada. Mandamos um grande beijo com votos de melhoras rápidas.

Notícias da Argentina

A Drª Diana Galimberti, Ginecologista, Directora do Hospital Teodoro Alvarez em Buenos Aires, enviou duas apresentações da sua autoria, uma referindo o programa de assistência a vítimas de violência sexual , e a segunda relativa à promoção dos direitos sexuais e reprodutivos, onde estes são insereridos no âmbito dos Direitos Humanos.

Programa de Assistência a Vítimas de Violência Sexual (Galimberti, D.,2008)








Promoção dos Direitos Sexuais e Reprodutivos, no âmbito dos Direitos Humanos (Galimberti, D. , 2002)




quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

Notícias de Portugal


Do Blog Miguel & Miguel belas fotos, e então esta...!


Notícias da Argentina




Los días 28 - 29 de Noviembre con numerosa concurrencia se desarrollaron las Jornadas de Capacitación en Educación Afectiva Sexual en la Escuela Hogar 268 de El Bolsón
Las mismas fueron dirigidas a miembros del equipo de Salud: Psicología, Medicina,Enfermería, Pedagogía, Trabajo Social, Docentes y Estudiantes interesados en la temática.



Mónica Borile es Pediatra y la coordinadora Académica del Programa y Posgrado Abordaje Integral de l@s Adolescentes

Otros Links :* Asociación Médica Argentina de Anticoncepción.http://www.amada.org.ar/

Sociedad Argentina de Ginecología Infanto Juvenil http://www.sagij.org.ar%20/newsite/site/default.php

Los temas abordados fueron :




Ø Cuerpos que cambian: Desarrollo puberal.

Ø Trastornos del ciclo. Oligomenorrea. Metrorragia. Estados hiperandrogénico.

Ø Lo que debemos saber sobre : Abuso

Ø ¿Cuáles son los motivos de consulta más frecuentes en Ginecología Infanto- Juvenil?

Ø ¿Qué es la Endometriosis?

Ø La Educación Sexual en la Escuela
Ø Familia y la sexualidad Adolescente.

Ø ¿Cómo abordamos temáticas difíciles? : aborto, confidencialidad, homosexualidad.

Ø Anticoncepción : Taller de casos clínicos

Ø Sexualidad :Mitos, Fantasías y realidades.

Ø Embarazo Adolescente


as jornadas permitieron reflexionar conjuntamente sobre la sexualidad y las formas de educar en este campo a los niños, niñas y adolescentes .
Los 216 asistentes compartieron experiencias, estrategias y dificultades reconociendo el papel esencial de valores y actitudes para una adecuada educación afectiva sexual.

Los participantes del Curso de Capacitación y Actualización Docente 2008 Educación afectiva y sexual en la Escuela 2008 presentaron los proyectos finales de la capacitación modulada.

27 Proyectos fueron presentados y evaluados a través de un Simposio de Pósters.
Estos proyectos se desarrollarán en las comunidades educativas en el año 2009.
La finalidad del programa es la de formar multiplicadores que dispongan del conocimiento, habilidades y destrezas necesarias para promover el cuidado de la salud afectivo- sexual de las/os alumnas/os.

La promoción de la Educación Afectivo –Sexual en el ámbito escolar es una prioridad impostergable, esta propuesta se enmarca en la legislación vigente Ley Provincial Nº 3450 ( Sancionada: 12/10/00 promulgada: 23/10/00 ) Programa Provincial de Salud Reproductiva y Sexualidad Humana ( Sustitución de la ley 3059) que en su Artículo 8º establece que los establecimientos educativos de todo el ámbito provincial, incorporarán efectivamente la enseñanza sobre educación sexual desde el preescolar.


* ver otros links en de este programa en “ Interessante en Argentina”

Notícias da Argentina

IV CONGRESO ARGENTINO DE SALUD MENTAL , 4º ENCUENTRO INTERAMERICANO DE SALUD MENTAL

Buenos Aires, Hotel Panamericano, 11, 12 Y 13 de JUNIO de 2009

"EL PADECIMIENTO MENTAL. ENTRE LA SALUD Y LA ENFERMEDAD"

PRESENTACION DE TRABAJOS

No es obligatorio que los trabajos tengan relación con el título del congreso

Fecha límite de presentación de resúmenes (hasta 15 líneas) para comunicaciones libres, pósters, mesas redondas, talleres y presentación de libros: 10 de abril de 2009 o hasta que se cubran los espacios disponibles.

LIBRO: "EL PADECIMIENTO MENTAL. ENTRE LA SALUD Y LA ENFERMEDAD"

INFORMES

Asociacion Argentina de Salud Mental (AASM)

E-mail: administracion@aasm.org.ar / info@aasm.org.ar

Web: www.aasm.org.ar


terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Notícias de Italia


WHO/HBSC Forum 2007 Follow-up process

On our website you can find all of the single interviews as well as the
final 'Follow-up Interview Report', which is based on all the findings
that emerged from your contributions. Please follow the link:
http://who.collaboratingcentre.meyer.it/meyer_pro/index.php?option=com_content&task=view&id=83&Itemid=1


The contents of this report have been made available to the members of
the WHO/HBSC Forum Task Force, to take into consideration in the design
of the 2009 Forum on 'Environmental and socioeconomic determinants
adolescent health'
(title to be confirmed).
Within WHO and other co-organizing bodies, it has been made available to management, serving
to help monitor the in-country benefits of resources spent on such
processes and identify how similar multi-partner activities might be
improved for efficiency and effectiveness.
The report of interview findings has also been drawn from for an article in the forthcoming HBSC supplement of the International Journal of Public Health.

Notícias de Portugal

Mais uma publicação no âmbito da equipa Aventura Social:



" Optimismo em crianças e adolescentes: Adaptação e validação Portuguesa do LOT-R",

Tania Gaspar, José Pais Ribeiro, Margarida Gaspar Matos, Isabel Leal, Aristides Ferreira
será publicado no Vol. 22(3)2009, da Revista Psicologia:Reflexão e Crítica- Brasil


Fica o resumo em inglês:

Optimism in Children and Adolescents: LOT-R Portuguese adaptation and validation

Abstract

The aim of this study was to adapt and validate the Life Orientation Test, reviewed for children and adolescents.
This study included a sample of 3195 participants from the 5th and 7th grades. Through Principal Component Analyses we found two dimensions, one related to optimism and another linked to pessimism.
Results in the confirmatory factor analysis showed a good fit model.
Additionally, items discriminating validity and concurrent validity were inspected with measures related to optimism, such as, social support satisfaction, self-worth and quality of life.
This instrument seems to be adequate for the measurement of life orientation in children and in teenagers, and may be useful in other contexts, such as health psychology.

Keywords: life orientation; optimism; children and adolescents; subjective well-being


Parabéns Tania Gaspar e restantes autores!





Cobertura Fotográfica turistica:

incluimos hoje mais uns powerpoint com fotos, actualizados até à entrada na Argentina (ao lado na faixa lateral)

De Buenos Aires a Montevideu


Um cartaz na fronteira Chile- Argentina, denuncia mais uma situação dramática.

Também hoje em Buenos Aires se noticiava o desmantelamento de várias redes de prostituição ( "escravatura do século 21"), sem dúvida as pontas de um " iceberg".

De Rio Gallegos a Buenos Aires

O Black Sheep Patagonia Black Sheep é um jornal gratuito, militante na protecção do ambiente e na defesa de um turismo amigo do planeta.

Tem informações sobre a Patagónia, todos os meses.





domingo, 30 de novembro de 2008

Dia Mundial na Luta Contra a SIDA









A propósito da reflexão outro dia sobre "conversas velhas de 30 anos", e a propósito do Dia Internacional contra a Violência (De Buenos Aires a Buenos Aires VI), deixamos aqui um desejo de que este dia, mais do que tudo, nos lembre que a luta contra a SIDA tem de ser no dia-a-dia, todos os dias.

United Nations Press release:
1 December 2008Statement by the UN High Commissioner for Human Rights, Navi Pillay on the occasion of World AIDS DayGENEVA — This year, we mark both the 20th World AIDS Day and the 60th Anniversary of the Universal Declaration of Human Rights. It is fitting that during these landmark anniversaries we consider how far we have come in the global effort to combat AIDS. In 2006, UN Member States made a commitment to achieve universal access to HIV prevention, treatment, care and support by 2010. Today, fewer people are becoming infected with HIV, and fewer are dying of AIDS-related illnesses. At the end of 2007, three million people in low- and middle- income countries were taking anti-retroviral treatment. But much remains to be done. Twenty-seven years after AIDS was first identified, stigma against people living with HIV is as strong as it ever was. One third of countries still do not have laws to protect people living with HIV. In most countries, discrimination remains against women, men who have sex with men, sex workers, drug users, and ethnic minorities. The continued existence of punitive laws on disclosure of HIV status, the criminalization of the transmission of HIV and travel bans for people living with HIV, inadequate protection of women and girls from sexual violence, the marginalization of and hostility against sexual minorities, sex workers, injecting drug users, prisoners and other vulnerable groups all combine to drive them underground and away from HIV services. Like all people, these groups are entitled to the right to health and the full enjoyment of their human rights even though they may engage in activities that are criminalized in some countries. AIDS thrives on injustice and inequality. A human rights-based response is critical to preventing new HIV infections and mitigating the epidemic's impact – whoever people are, and wherever they live. In this 60th anniversary year of the Universal Declaration on Human Rights, it is unacceptable that accident of birthplace or residence should determine our HIV survival prospects. On World AIDS Day 2008, let the promise of human dignity enshrined in the Universal Declaration of Human Rights provide the vision and impetus for reinvigorated efforts to achieve universal access to HIV prevention, treatment, care and support. GENEVA — This year, we mark both the 20th World AIDS Day and the 60th Anniversary of the Universal Declaration of Human Rights. It is fitting that during these landmark anniversaries we consider how far we have come in the global effort to combat AIDS. In 2006, UN Member States made a commitment to achieve universal access to HIV prevention, treatment, care and support by 2010. Today, fewer people are becoming infected with HIV, and fewer are dying of AIDS-related illnesses. At the end of 2007, three million people in low- and middle- income countries were taking anti-retroviral treatment. But much remains to be done. Twenty-seven years after AIDS was first identified, stigma against people living with HIV is as strong as it ever was. One third of countries still do not have laws to protect people living with HIV. In most countries, discrimination remains against women, men who have sex with men, sex workers, drug users, and ethnic minorities. The continued existence of punitive laws on disclosure of HIV status, the criminalization of the transmission of HIV and travel bans for people living with HIV, inadequate protection of women and girls from sexual violence, the marginalization of and hostility against sexual minorities, sex workers, injecting drug users, prisoners and other vulnerable groups all combine to drive them underground and away from HIV services. Like all people, these groups are entitled to the right to health and the full enjoyment of their human rights even though they may engage in activities that are criminalized in some countries. AIDS thrives on injustice and inequality. A human rights-based response is critical to preventing new HIV infections and mitigating the epidemic's impact – whoever people are, and wherever they live. In this 60th anniversary year of the Universal Declaration on Human Rights, it is unacceptable that accident of birthplace or residence should determine our HIV survival prospects. On World AIDS Day 2008, let the promise of human dignity enshrined in the Universal Declaration of Human Rights provide the vision and impetus for reinvigorated efforts to achieve universal access to HIV prevention, treatment, care and support.