Caros parceiros,
Informamos que a gravação da sessão de novembro do SIG Saúde de Crianças e
Adolescentes encontra-se disponível na área restrita do site Rute
http://rute.rnp.br &
Partimos dia 22 de Agosto 2008, rumo ao Brasil. Durante 4 meses visitámos vários Países, várias Universidades, várias Escolas e vários Centros de Saúde. Conhecemos gentes e locais, estudámos as políticas e práticas de Promoção da Saúde, na América Latina. Depois voltámos!
en habla hispanica
http://www.youtube.com/watch?v=TUKPSAnogdw&feature=channel
em portugues de Portugal
http://www.youtube.com/watch?v=ni5xN7GoqVk&feature=channel
já está no Youtube a versão em português que é:
http://www.youtube.com/watch?v=8eSW88iR-mg
E TAMBEM DO BRASIL VISITEM UM LINK QUE RECEBEMOS:
WWW.BRASILEMPREENDE.BLOGSPOT.COM
O Instituto Zero a Seis traduziu e legendou o vídeo acima relativo a Síndrome do Bebê Sacudido ou Lesão Cerebral Não Acidental.
Uma contribuição à prevenção do abuso contra o bebê.
Elaboramos um Folder e um DVD, em parceria com várias instituições, que foi lançado internacionalmente a partir do evento em São Paulo pelo Dia Mundial de Prevenção do Abuso Infantil, no qual o Zero a Seis representou o Brasil em meio a 125 países e cerca de 800 entidades.
E assim damos continuidade ao nosso esforço por uma infância melhor no Brasil.
Se julgarem pertinente, divulguem aos potenciais multiplicadores.
Acreditamos que esta informação seja fundamental para a prevenção do abuso contra bebês.
La conducta de no búsqueda de servicios de salud (autoexclusión)
resultó un factor importante de exclusión especialmente en Nicaragua y
en las Mancomunidades de Municipios de Honduras. En todos los casos
excepto en Nicaragua, la principal razón para no demandar servicios
fue de tipo económico, lo cual señala la urgente necesidad de generar
mecanismos de protección financiera. En Nicaragua el principal
determinante de autoexclusión es la lejanía de las unidades de salud,
ligada a la retracción del sistema de salud hacia las ciudades. Se
registraron diferencias en la conducta de búsqueda de servicios de
salud entre grupos específicos de la población, especialmente entre
los portadores de enfermedad aguda y crónica, entre ricos y pobres y
entre aquellos que tienen cobertura de un seguro de salud y los que no
la tienen.
La importancia de la fragmentación y la distribución inequitativa de
la red de provisión como determinante de exclusión y de autoexclusión
es otro elemento que surgió con mucha claridad de los análisis
realizados. Este factor es tan importante, que contrarrestó el efecto
protector de tener seguro de salud en el caso de Bolivia y Guanajuato.
La percepción de enfermedad y la demanda por servicios de salud en las
poblaciones de origen indígena que poseen patrones culturales
distintos respecto de la relación salud/enfermedad es un aspecto que
debe explorarse con mayor detalle especialmente en Nicaragua y
Bolivia, donde se encontró que los pueblos originarios y
afrodescendientes demandaban menos servicios de salud que los mestizos
o los europeo-descendientes.
Se encontró que a nivel rural las causas de exclusión afectaron más a
la mujer, tanto por razones económicas como por la posición de la
mujer en el hogar y cómo negocia su derecho al autocuidado y a la
utilización de servicios de salud con la pareja. Esto fue
particularmente claro en el caso de las Mancomunidades de Honduras.
La aplicación del instrumento de caracterización de la exclusión en
salud a nivel subnacional y local aportó información valiosa en
relación a la forma que adquiere el fenómeno de la exclusión en el
nivel local. Ello señala la importancia de profundizar el diagnóstico
más allá de los datos nacionales, especialmente en países con gran
diversidad poblacional y geográfica. ..."
Content:
RESUMEN EJECUTIVO
INTRODUCCIÓN
1. CAPÍTULO Estudios Nacionales de Caracterización de la Exclusión en Salud
1.1. Bolivia
1.2. El Salvador
1.3. Nicaragua
2. CAPÍTULO EstudiosSubnacionales de Caracterización de la Exclusión en Salud
2.1. Distrito Federal, México
2.2. Estado de Guanajuato, México
2.3. Mancomunidades en Honduras: Amfi , Mamuca, Mancorsaric y Solidaridad
3. CAPITULO Análisis Comparado
3.1. Análisis de los indicadores obtenidos en cada caso
3.2. La autoexclusión y razones para la no búsqueda de servicios de salud
3.3. La demanda por servicios de salud
3.4. Medición de la exclusión y sus determinantes
Bibliografía
Divulgação do Dia Mundial de Prevenção do Abuso Infantil - Dia 19 de Novembro, 2009.
Projeto internacional de prevenção, educação e pesquisa sobre maus tratos contra bebes será lançado
Trata-se de um projeto inédito, resultado da parceria de diversas entidades:
Laboratório de Análise e Prevenção da Violência (LAPREV) e Associação V.E.R.A. (São Carlos, SP), Centro de Estudos Integrados da Infância, Adolescência e Saúde (CEIIAS, Rio de Janeiro) Instituto Zero a Seis (São Paulo), Instituto Integral do Jovem (IIJ, Rio Grande do Sul), Grupo Especial de Interesse em Saúde da Criança e do Adolescente da Rede Universitária de Telemedicina (RUTE), Faculdade de Motricidade Humana de Lisboa & Centro da Malária e Doenças Tropicais (Projecto Aventura Social- Portugal) e Hospital Infantil de Westmead (Austrália).
Em comemoração ao aniversário da Convenção dos Direitos da Criança a "Fundação Mundial de Mulheres" (Women´s World Summit Foundantion[1]) http://www.woman.ch/j promove desde
No Brasil, entre as organizações participantes, encontram-se o Instituto Zero a Seis e o Laboratório de Análise e Prevenção da Violência- LAPREV da Universidade Federal de São Carlos. O objetivo do DIA MUNDIAL DE PREVENÇÃO DO ABUSO INFANTIL é ajudar para que a prevenção do abuso contra as crianças e adolescentes seja uma prioridade internacional. Especificamente esse ano a proposta da campanha é envolver as crianças e adolescentes a participarem do DIA MUNDIAL DE PREVENÇÃO DO ABUSO INFANTIL por meio de atividades criativas e que favoreçam a expressão da opinião desses jovens com o objetivo final de aumentar as possibilidades de uma prevenção mais eficaz.
Para mais informações, ver site http://www.woman.ch/ e http://www.zeroaseis.org/














No dia 19 de Novembro de 2009, agendado o lançamento do projeto e início da campanha de prevenção da síndrome dos maus tratos de bebes, em rede nacional, através da RUTE, Rede Universitária de Telemedicina, em sessão do SIG de Saúde & Medicina de Crianças e Adolescentes, a ser realizada na USP, em São Paulo, com a presença da Dra. Sue Foley, do Children's Hospital de Westmead, Austrália, que estará em visita ao Brasil.
Participação dos profissionais e professores universitários colaboradores do SIG das Universidades: UFAM, UFPA, UFMA, UFRGN, UFC, UFBA, UERJ, IFF-UFRJ, USP, UFSCAR, UFRP, UNICAMP, UFRGS e o Canal Saúde da FIOCRUZ.
A seguir, haverá um evento de treinamento, planejado para ocorrer na Zona Leste de SP com a presença de jornalistas com cobertura de TV e mídia convidada e demais autoridades.
E outro evento de treinamento a ocorrer no Rio de Janeiro, em rede de parceria entre o CEIIAS e a ISPCAN, e algumas organizações não-governamentais.
Neste ínterim, até a data do lançamento, várias entidades estão sendo contactadas para futuras parcerias e trabalhos em rede, na divulgação do projeto, incluindo a Sociedade Brasileira de Pediatria, a Sociedade Brasileira de Psicologia, a UNICEF, a ISPCAN, a Save the Children Latino-America, e a Organização Pan Americana de Saúde, e as diversas Universidades integrantes do SIG da rede RUTE.
Em Portugal, a equipa Aventura Social , na Faculdade de Motricidade Humana e no Centro da Malária e Doenças Tropicais é parceira deste projecto. Há disponível um DVD e um folheto em Português (de Portugal).
Projeto Seja Bem-vindo
Este projeto tem como finalidade capacitar profissionais da área da saúde para esclarecer pais e cuidadores de bebês do perigo de produzir lesões cerebrais graves e permanentes ao sacudir crianças pequenas, contribuindo para a prevenção da violência contra crianças através do fortalecimento dos laços parentais e sociais.
O que é a Síndrome do Bebê Sacudido (SBS)*
A SBS é uma forma de violência pela qual a criança é sacudida violentamente, produzindo um movimento de aceleração-desaceleração na cabeça causando lesões ao cérebro ou coluna cervical e que frequentemente leva à morte ou causa lesões irreversíveis com repercussões permanentes. A mortalidade varia de
* Associação Americana de Pediatria denominou recentemente esse problema de Abusive Non-accidental Head Trauma – Trauma Cerebral Abusivo.
Acesso em 9/10/2009
2- AMERICAN ACADEMY OF PEDIATRICS: Committee On Child Abuse And, Neglect (July 2001). Shaken baby syndrome: rotational cranial injuries-technical report . Pediatrics 108 (1): 206–10. doi:10.1542/peds.108.1.206. ISSN 0031-4005. PMID 11433079. http://pediatrics.aappublications.org/cgi/pmidlookup?view=long&pmid=11433079. Acesso em 9/10/2009


Coordenação da obra:
Margarida Gaspar de Matos & Daniel Sampaio
Colaboração:
Vários membros e colaboradores da equipa Aventura Social
TEXTO- LeYa