sábado, 5 de fevereiro de 2011

China

 

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Congresso Mundial de Endobolismo - Xiamen

 

China 1

 

domingo, 9 de janeiro de 2011

Placebo Editora

Livros Digitais

A Placebo Editora é uma nova editora de livros de Ciências Sociais e Humanas, com especial destaque para a Psicologia.

A preços reduzidos, com toda acessibilidade e com todas as garantias de qualidade cientifica, pode descarregar para seu computados ou e-book livros que lhe fazem falta diariamente.

Visite-nos em www.placebo.pt.


1ª Gala Pulmonale.

 

A Pulmonale – Associação Portuguesa de Luta Contra o Cancro do Pulmão vai realizar a 1ª Gala da Pulmonale, a 25 de Janeiro pelas 20.30 horas, no Casino Estoril.

 

Esta tem como objectivo angariar fundos para a obras que vão ser necessárias na sede e para implementar os projectos que estão em curso.

 

Esta é uma gala que conta com a participação de alguns artistas convidados. Luís Represas, João Pedro Pais e Ricardo Carriço são alguns dos nomes que abraçam esta causa e é com o seu contributo que a Pulmonale promove esta iniciativa "pelo e para o doente com cancro do pulmão".

 

Para este evento vamos precisar activamente da ajuda do nossos Padrinhos.

É fundamental que esta iniciativa seja um sucesso.

Mobilize o seu círculo de amizades, inscreva-se e compareça.

 

As inscrições para a Gala têm o valor individual de 50 Euro.

 

Anexam-se o cartaz e o boletim de inscrição (que contem toda a informação necessária)

 

Recebam os meus mais cordiais cumprimentos com amizade,

 

António Araújo

Presidente da Pulmonale

 

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Jogando contra a VIH SIDA -Playing against HIV- AIDS


A UNESCO acaba de lançar um jogo para sensibilizar os mais jovens para o VIH-SIDA.
 

Chama-se Fast Car: Travelling Safely Around the World e é um jogo gratuito lançado pela UNESCO. O objectivo: sensibilizar os jovens com mais de 16 anos para o HIV-SIDA.

Disponível em inglês, francês e russo, o título leva-nos até locais que são património mundial, convidando-nos a participar aí em circuitos motorizados.

Para além destas emoções fortes, os jogadores recebem também informação sobre a prevenção e o tratamento da doença.

«A importância do jogo consiste em dar aos jovens material informativo sobre o HIV e a SIDA que pode ser distribuído a nível global», lê-se no comunicado da organização das Nações Unidas.

«As crianças podem preocupar-se com a reprovação dos pais e temem ser contaminadas com o HIV. Os pais, por sua vez, são muitas vezes tímidos e desinformados ou não têm capacidade suficiente para falar sobre a prevenção com as suas crianças. Os professores assumem frequentemente que os pais falam com os filhos em casa», conclui o documento.

Para mais informação e para o respectivo download do jogo, façam favor de se dirigir ao site.

Aqui está o link de onde se pode aceder ao site:

http://gameover.sapo.pt/article.html?id=54391


http://www.unesco.org/new/en/communication-and-information/crosscutting-priorities/hiv-and-aids/fast-car-travelling-safely-around-the-world/

sábado, 18 de dezembro de 2010

UTL; CMDT/UNL ; ACS & CNVIH - Noticias na Imprensa - HBSC 2010 e Universitários

On line e nas notícias:
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

Entrevista em podcast: hbsc 2010

 
O programa de 3ª-feira já está disponível em podcast, o link directo é o seguinte:
 
 
 
 
Monica Peixoto.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Prof. Doutor Ruy Jornada Krebs

 

"Ser doutor é apenas o resultado de um trabalho que se desenvolve ao longo de anos, umas vezes com maior, outras com menor qualidade. Encontramos muitos nas universidades.

 

Conhecer um tema aprofundadamente e tudo o que com ele se relaciona é fácil. Há milhares de doutores por esse mundo com esta capacidade.

 

Saber transmitir os conhecimentos e entusiasmar os alunos para o que ensina é característica de milhares de bons professores nos mais diversos domínios.

 

Correr de conferência em conferência fazendo palestras e agradando às audiências é qualidade de muitos comunicadores na academia e fora dela.

 

Saber falar da área de investigação que apaixona e dedicar-lhe grande parte das conversas caracteriza muitos dos profissionais com quem convivemos e que assim preenchem tempos agradáveis de

nos corredores dos congressos ou nos almoços que fazemos.

 

Mas ser capaz de fazer tudo isto, e ainda assim saber quando o deve fazer, aprofundar a sua cultura para além dos seus temas, discutir com ideias inteligentes assuntos alheios à sua especialidade científica, ajudar a abrir perspectivas de vida naqueles com quem se convive e influencia, já muito poucos o conseguem.

 

Por tudo isto o Ruy construíu uma família de afectos muito rara, com muita gente a sentir que perdeu um pouco de si com a sua partida".  

 

Sidonio Serpa

 

 

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

The Children Left Behind

3 December 2010

The Children Left Behind - New report on the most disadvantaged children in rich countries

UNICEF IRC is launching today its groundbreaking report on poor children in rich countries.

Report Card 9 'The Children Left Behind' presents a first overview of inequalities in child well-being for 24 OECD countries. The report focuses on the relative gap between children in the bottom of the distribution with those occupying the median. Three dimensions of well-being are examined: material, education, and health. In each case, the question asked is 'how far behind are children being allowed to fall?' and why are some countries doing so much better at protecting their most vulnerable children.

Visit the Newsroom

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Não haverá vencedores

 Não haverá vencedores

NA FOLHA DE S.PAULO DESTE DOMINGO

TENDÊNCIAS/DEBATES

Não haverá vencedores

MARCELO FREIXO


Pode parecer repetitivo, mas é isso: uma solução para a segurança pública do Rio terá de passar pela garantia dos direitos dos cidadãos da favela


Dezenas de jovens pobres, negros, armados de fuzis, marcham em fuga, pelo meio do mato. Não se trata de uma marcha revolucionária, como a cena poderia sugerir em outro tempo e lugar.
Eles estão com armas nas mãos e as cabeças vazias. Não defendem ideologia. Não disputam o Estado. Não há sequer expectativa de vida.
Só conhecem a barbárie. A maioria não concluiu o ensino fundamental e sabe que vai morrer ou ser presa.
As imagens aéreas na TV, em tempo real, são terríveis: exibem pessoas que tanto podem matar como se tornar cadáveres a qualquer hora. A cena ocorre após a chegada das forças policiais do Estado à Vila Cruzeiro e ao Complexo do Alemão, zona norte do Rio de Janeiro.
O ideal seria uma rendição, mas isso é difícil de acontecer. O risco de um banho de sangue, sim, é real, porque prevalece na segurança pública a lógica da guerra. O Estado cumpre, assim, o seu papel tradicional. Mas, ao final, não costuma haver vencedores.
Esse modelo de enfrentamento não parece eficaz. Prova disso é que, não faz tanto tempo assim, nesta mesma gestão do governo estadual, em 2007, no próprio Complexo do Alemão, a polícia entrou e matou 19. E eis que, agora, a polícia vê a necessidade de entrar na mesma favela de novo.
Tem sido assim no Brasil há tempos. Essa lógica da guerra prevalece no Brasil desde Canudos. E nunca proporcionou segurança de fato. Novas crises virão. E novas mortes. Até quando? Não vai ser um Dia D como esse agora anunciado que vai garantir a paz. Essa analogia à data histórica da 2ª Guerra Mundial não passa de fraude midiática.
Essa crise se explica, em parte, por uma concepção do papel da polícia que envolve o confronto armado com os bandos do varejo das drogas. Isso nunca vai acabar com o tráfico. Este existe em todo lugar, no mundo inteiro. E quem leva drogas e armas às favelas?
É preciso patrulhar a baía de Guanabara, portos, fronteiras, aeroportos clandestinos. O lucrativo negócio das armas e drogas é máfia internacional. Ingenuidade acreditar que confrontos armados nas favelas podem acabar com o crime organizado. Ter a polícia que mais mata e que mais morre no mundo não resolve.
Falta vontade política para valorizar e preparar os policiais para enfrentar o crime onde o crime se organiza -onde há poder e dinheiro. E, na origem da crise, há ainda a desigualdade. É a miséria que se apresenta como pano de fundo no zoom das câmeras de TV. Mas são os homens armados em fuga e o aparato bélico do Estado os protagonistas do impressionante espetáculo, em narrativa estruturada pelo viés maniqueísta da eterna "guerra" entre o bem e o mal.
Como o "inimigo" mora na favela, são seus moradores que sofrem os efeitos colaterais da "guerra", enquanto a crise parece não afetar tanto assim a vida na zona sul, onde a ação da polícia se traduziu no aumento do policiamento preventivo. A violência é desigual.
É preciso construir mais do que só a solução tópica de uma crise episódica. Nem nas UPPs se providenciou ainda algo além da ação policial. Falta saúde, creche, escola, assistência social, lazer.
O poder público não recolhe o lixo nas áreas em que a polícia é instrumento de apartheid. Pode parecer repetitivo, mas é isso: uma solução para a segurança pública terá de passar pela garantia dos direitos básicos dos cidadãos da favela.
Da população das favelas, 99% são pessoas honestas que saem todo dia para trabalhar na fábrica, na rua, na nossa casa, para produzir trabalho, arte e vida. E essa gente -com as suas comunidades tornadas em praças de "guerra"- não consegue exercer sequer o direito de dormir em paz.
Quem dera houvesse, como nas favelas, só 1% de criminosos nos Parlamentos e no Judiciário…


MARCELO FREIXO, professor de história, deputado estadual (PSOL-RJ), é presidente da Comissão de Defesa dos Direitos Humanos e Cidadania da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

2º Congresso Internacional de Psicologia da Criança e Adolescente


O Projecto Europeu TEMPEST da FMH/UTL e
o Instituto de Psicologia e Ciências da Educação/Universidade Lusíada de Lisboa
estão a organizar o 2º Congresso Internacional de Psicologia da Criança e Adolescente.
O evento vai ter lugar nos dia 6 e7 de Abril na Universidade Lusíada de Lisboa,
com o tema "bem-estar e estilos de vida saudáveis".
 
 

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Conta-me como foi


Agradecemos ampla divulgação do Seminário Final do projecto "de Mulher para Mulher" – Conta-me como foi!

Participe!

Saudações Paritárias,

A REDE Portuguesa de Jovens para a Igualdade de Oportunidades entre Mulheres e Homens


cartaz.jpgSEMINÁRIO FINAL _ conta-me como foi!

Após longos meses de trabalho intensivo, a segunda edição do projecto "de Mulher para Mulher", promovido pela REDE Portuguesa de Jovens para a Igualdade de Oportunidades entre Mulheres e Homens, está na sua recta final.

Deste modo, para encerrar este ciclo de desenvolvimento de competências, de construção de redes informais/formais, de partilha intra e inter-geracional, e de implementação de projectos de intervenção para a mudança, iremos realizar o Seminário Final do dMpM2, no próximo dia 27 de Novembro (sábado), entre as 09h30 e as 18h30, na Casa de Serralves, no Porto.

Este Seminário pretende promover a reflexão em torno da participação das mulheres na tomada de decisão, do desenvolvimento de competências das jovens mulheres, da interculturalidade, do envolvimento de rapazes e homens nas questões da igualdade, e da importância de desenvolver acções positivas e de projectos de intervenção para a mudança.

Este Seminário irá marcar igualmente uma data importante para a REDE: a celebração de 10 anos de existência e activismo!

Participe!

Para mais informações sobre o programa, clique aqui.

As inscrições são gratuitas, mas sujeitas aos lugares disponíveis.

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Rede Portuguesa de Jovens para a Igualdade de Oportunidades entre Mulheres e Homens

http://redejovensigualdade.org.pt/
http://redejovensigualdade.org.pt/blog/
http://demulherparamulher.redejovensigualdade.org.pt/

Avenida da Boavista, 292, 4º Trás

4050-113 Porto

Telem. 915674526

Telef. 226005225

Calçada da Graça, 18F, Porta 2

1100-266 Lisboa

Telem. 917818727

Telef. 211922305